O Junho Verde entregou 4 novos bosques urbanos e mais de 22 mil m² de área verde e 2.416 árvores na Ponte da Casa Verde. Confira!
A campanha Junho Verde trouxe uma novidade e tanto para quem mora na nossa região. A Prefeitura de São Paulo inaugurou, no dia 18 de junho, quatro novos bosques urbanos bem no coração da Ponte da Casa Verde. A região é um dos principais corredores que conectam a Zona Norte ao Centro e à Zona Oeste da capital.
Batizados de Cardeal, Ema, Suindara e Sanhaço, os espaços foram implantados em áreas antes subutilizadas nas alças de acesso da ponte, próximas à Marginal Tietê. Eles ficam estrategicamente posicionados perto de bairros como Casa Verde, Limão, Santana e Vila Maria. Com essa entrega, a cidade chega a 16 bosques urbanos implantados, parte de uma estratégia ambiciosa da gestão municipal de criar corredores ecológicos em toda São Paulo.
Mas os números impressionam: juntos, os quatro novos bosques ocupam quase 22 mil metros quadrados e devem abrigar 2.416 árvores ao final do plantio, com investimento total superior a R$ 1,9 milhão. Individualmente, o Bosque Ema é o maior, com 7.084 m², seguido pelo Suindara (5.773 m²), Cardeal (4.911 m²) e Sanhaço (4.389 m²). Além disso, todos os espaços receberam espécies nativas da Mata Atlântica e do Cerrado, produzidas pelo Viveiro Harry Blossfeld, incluindo jequitibá-branco, jerivá, paineira, araçá, grumixama, cabreúva, guanandi e ingá-branco. Essas árvores foram escolhidas não apenas pela beleza, mas pela contribuição direta à alimentação e ao abrigo da fauna local.

Mais do que paisagismo, os bosques urbanos cumprem uma função ambiental concreta para quem vive na Zona Norte. Segundo estudos utilizados pela administração municipal, regiões arborizadas podem registrar temperaturas até 4°C mais baixas em comparação a áreas vizinhas com pouca cobertura vegetal. Além disso, os espaços contribuem para a melhoria da qualidade do ar, o aumento da permeabilidade do solo e a ampliação da biodiversidade urbana, funcionando como verdadeiros mini ecossistema.
Por isso, para quem é da Zona Norte, a notícia é motivo de orgulho duplo: além de contribuir para o meio ambiente da cidade como um todo, a região ganhou um espaço a mais para respirar em meio à correria do dia a dia.
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